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Em visita ao Iphan, ministro do Turismo prestigia prêmio Luiz de Castro Faria

Premiação contemplou quatro projetos científicos relacionados ao Patrimônio Arqueológico Brasileiro

O ministro do Turismo, Carlos Brito, participou nesta quinta-feira (08.12), em Brasília (DF), da cerimônia de premiação da 10ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria. Promovida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), a honraria reconhece a pesquisa acadêmica relacionada ao Patrimônio Arqueológico Brasileiro e traz, a cada ano, temas relevantes para um maior reconhecimento da área. Ao todo, quatro pesquisadores foram premiados pela iniciativa que enriquece o trabalho do instituto.

Em sua fala, Brito destacou a importância do reconhecimento científico para o trabalho técnico e destacou o exercício do Iphan durante os últimos anos. “É com muita honra que abro os trabalhos da edição deste ano do prêmio Luiz de Castro Faria. Esta honraria que é de grande valia para a arqueologia e que certamente contribuirá para futuras ações nos patrimônios históricos nacionais. Quero parabenizar, ainda, o excelente trabalho realizado por todos vocês. O Iphan foi elogiado por onde a gente passou e nos deu orgulho das entregas realizadas para a população”, disse.

A edição de 2022 contou com a participação de 39 trabalhos enviados por estudantes e pesquisadores, um recorde para o Prêmio. Segundo a presidente do Iphan, Larissa Peixoto, o aumento é reflexo dos investimentos e ações realizadas pelo instituto. “É impossível deixar de comentar o quanto a área de Arqueologia do Instituto se destacou nesses últimos anos. Em 2022, por exemplo, registramos recorde de sítios arqueológicos cadastrados. Além disso, destaco o recorde de investimentos do próprio Iphan nas atividades de recadastramento, a Campanha Nacional de Cadastramento de Sítios iniciada em 2021”, pontuou.

Os autores dos trabalhos vencedores nas categorias artigo científico, monografia de graduação e dissertação de mestrado receberão a premiação de R$ 7 mil, R$ 10 mil e R$ 15 mil, respectivamente.

Confira lista dos vencedores:

Categoria dissertação de mestrado – Premiação de R$ 15 mil:

A categoria dissertação teve como vencedor o trabalho intitulado “As Ocupações Humanas na Microrregião Brejo Santo, Estado do Ceará, Brasil: Dados Arqueológicos e Etno-históricos”, cuja autora é Daline Lima de Oliveira. Na categoria tese de doutorado não houve vencedor.

Categoria monografia de graduação – Premiação de R$ 10 mil:

Na categoria monografia, o trabalho vencedor foi o de Marildes Lima Miranda Sousa, com o título “Fontes de vida, Sociabilidade e Memória: narrativas sobre os caldeirões do Sítio do Mocó”, de Coronel José Dias (PI).

Categoria artigo científico – Premiação de R$ 7 mil:

Por fim, na categoria artigo, dois trabalhos foram selecionados. O primeiro tem autoria de Louise Ribeiro Cardoso de Mello, com o título “Por um Museu do Forte Vivo: Arqueologia Pública junto aos quilombolas do Forte Príncipe da Beira em tempos de pandemia”. O segundo artigo vencedor, intitulado “Arqueologia de contrato e educação patrimonial: a trajetória da legislação do Iphan acerca da realização de atividades educativas no brasil (1986-2017)”, é de Adson Rodrigo Silva Pinheiro.

A PREMIAÇÃO – O Prêmio Luiz de Castro Faria foi criado em 2013, com o objetivo de reconhecer a pesquisa acadêmica que verse sobre o tema da preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. Nesse sentido, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), através do Centro Nacional de Arqueologia (CNA), prestigia os trabalhos desenvolvidos sob a forma de monografia de graduação, dissertação de mestrado e tese de doutorado, que representem originalidade e contribuição para o tema.

Por Victor MacielAssessoria de Comunicação do Ministério do Turismo – Foto: Roberto Castro/MTur

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