Telessaúde UEA promove capacitação dos profissionais de saúde de comunidades de difícil acesso

Programação montada para agentes de saúde de duas comunidades do rio Negro tem orientações técnicas e atualizações sobre novo coronavírus

Para capacitar profissionais de saúde de comunidades do Amazonas de difícil acesso, o Telessaúde da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) inicia nesta segunda-feira (04/05), em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS), uma programação especial com orientações e técnicas de atendimento relacionadas ao novo coronavírus (Covid-19). A iniciativa tem como objetivo ajudar na prevenção da doença, de forma a impedir o aumento de novos casos nessas localidades.

De acordo com a gerente do Telessaúde Amazonas, Waldeyde Magalhães, serão cinco dias de treinamento para os profissionais das comunidades Tumbiras, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, e Três Unidos, na Área de Preservação Ambiental (APA) do Rio Negro. A proposta é que, neste período, todos os agentes de saúde dessas localidades passem pela capacitação e qualificação ministradas por professores da UEA para atender à demanda da população sobre o coronavírus por meio da Teleconsulta.

“Essa é mais uma ação da UEA, do Telessaúde do Amazonas e da FAS no enfrentamento à Covid-19. Iremos capacitar esses profissionais, levar orientações e atualizações sobre a doença, para que posteriormente eles possam realizar o atendimento propriamente dito à população dessas comunidades previamente cadastradas no projeto”, destacou Waldeyde.

A gerente do Telessaúde acrescentou que, dentro do planejamento das ações do projeto, está o fechamento do calendário de treinamento dos profissionais de saúde de outras comunidades isoladas do Amazonas que tenham dificuldades de acesso na atenção básica de saúde.

FOTOS: Joelma Sanmelo
FONTE: Assessoria de Comunicação da Universidade do Estado do Amazonas (UEA)

COMPARTILHAR

Related posts

Webinar online apresenta edital “Prospera Sociobio” para criação de Núcleos de Desenvolvimento na Amazônia

Denúncia expõe crise na saúde de Iranduba apesar de orçamento recorde

Em 2025, projeto impacta 200 mulheres refugiadas e migrantes com formação empreendedora