Após lançamento no Festival do Rio e indicação a melhor filme no In-Edit, longa-metragem abre o festival Mimo-Petrobras em Olinda
Descrito como “desapiedado demolidor” e “francamente apaixonado”, o ator, crítico musical e produtor fonográfico Ezequiel Neves foi um homem de muitas vidas. Ninguém Pode Provar Nada reúne fatos e causos que percorrem 40 anos de carreira do personagem, período em que ele usou da ficção para mudar a História do jornalismo e da música no Brasil.
Ninguém Pode Provar Nada combina mais de 150 horas de entrevistas inéditas a vasta documentação, arquivo falso, entrevistas recriadas (com atores e deep fake) e trechos de filmes inventados (mas que deveriam ter existido), para costurar em imagens as inacreditáveis histórias do protagonista.
Assim, reflete a obra do jornalista-ator, que publicou mais de 4 mil textos na imprensa repletos de ficção e foi autor de sucessos como Exagerado e Codinome Beija-Flor, ao lado de Cazuza. O longa- metragem investiga criativamente um período transformador no jornalismo e na produção musical e convida o público a pensar sobre as arestas entre verdade e ficção em tempos em que a Inteligência Artificial e o deep fake redesenham o entendimento da realidade. Assim, debate temas importantes no contexto atual, como as diferenças entre fake news e o uso da ficção no documentário, ética jornalística, censura, liberdade de expressão e o uso criativo da IA.
Repleto de ineditismos, Ninguém Pode Provar Nada aborda pela primeira vez os atritos entre Ezequiel Neves e personalidades como Rita Lee e a família de Cazuza. Traz, ainda, imagens jamais vistas dos Mutantes, da redação da revista Rolling Stone brasileira em 1972 e da intimidade de Ezequiel e seu pupilo, Cazuza, em um momento crucial de suas vidas.
A trilha sonora, dirigida por Bernardo Palmeira e Gustavo Benjão, conta com as participações especiais de Letrux, Jards Macalé (em sua última gravação), Navalha Carreira e Maurício Barros (Barão Vermelho) em canções essenciais.
Participam do filme Emilio de Mello, Maria Bonomi, Neville d’Almeida, Vânia Toledo, Maurício Kubrusly, Luiz Carlos Maciel, Jamari França, Ana Maria Bahiana, Nelson Motta, Roberto de Carvalho, Lucia Araújo, Guto Graça Mello, Frejat, Dé Palmeira, Wanda e Raquel Neves e Felippe Netto.
SINOPSE
À beira da morte, polêmico ator, jornalista e produtor musical Ezequiel Neves tem seu passado confrontado por vítimas e cúmplices. Fatos são postos à prova, em versões conflitantes. Filmes inéditos vêm à tona e revelam a incrível semelhança entre ficção e realidade. Mentiras sinceras desafiam a ética do que é fake.
EQUIPE
Direção: Rodrigo Pinto
Roteiro: Kika Serra e Rodrigo Pinto
Pesquisa: Márcio Selem
Diretora de Fotografia: Flora Dias
Montagem: Felipe Rodrigues
Inteligência Artificial: Bruno Sartori
Motion Graphic Designer: Rodrigo Dutra
Produção Executiva: Belisário Franca, Bianca Lenti, Maurício Magalhães, Rodrigo Pinto
Produção: Giros Filmes e Ton Ton Filmes
Repercussão na Imprensa:
★★★★
“Um retrato crível e surpreedente”
Mauro Ferreira, G1
“Divertidas falsifcações”
Silvio Essinger, O Globo
“Exagerado e transgressor”
Blog Carlos Alberto Mattos
“Inovador”
Giulia Cardoso, Rolling Stone Brasil
“Ousado”
Splishsplash
“Delicioso e irresistível”
Cinepop
“Transgressor”
Carlos Alberto Mattos
“Se não foi, poderia ter sido”
Luiz Zanin
Sobre a Giros Filmes
Com quase 30 anos de atuação, a Giros Filmes, dirigida por Belisario Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães, soma mais de duas mil horas de conteúdo para cinema, TV e plataformas digitais, exibido em mais de 40 emissoras no Brasil e no exterior. Em 2025, quatro produções da Giros integraram a seleção oficial do Festival do Rio: “Sexa”, de Gloria Pires; “Com Causa”, de Belisario Franca e Pedro Nóbrega; “Ninguém Pode Provar Nada – A Inacreditável História de Ezequiel Neves”, de Rodrigo Pinto; e “Massa Funkeira”, de Ana Rieper. Reconhecida por unir conteúdo, entretenimento e relevância sociocultural, a Giros Filmes se consolida como uma das produtoras mais importantes do país.
MIMO FESTIVAL (serviço)
Data: 24 de setembro
Local: Teatro Fernando Santa Cruz
Horário: 19h
Fonte: Isidoro B. Guggiana – Assessoria de Imprensa