Romance revisita a colonização da Amazônia sob a perspectiva dos povos originários e já alcançou o primeiro lugar em sua categoria na Amazon.
O escritor Joab Hardman apresentou Waraná, romance que revisita a colonização da Amazônia sob a perspectiva dos povos indígenas. Publicada em 2026, a obra aborda ancestralidade, violência colonial e resistência, trazendo à narrativa questões relacionadas à memória, à identidade cultural e ao apagamento histórico.
A história acompanha Araci, uma jovem indígena cuja trajetória é marcada pela espiritualidade, ancestralidade, pelos afetos e pelos conflitos provocados pela chegada dos colonizadores. Ao combinar ficção e elementos da cosmologia indígena, o romance destaca o protagonismo feminino e a luta dos povos originários pela preservação de suas culturas e territórios.
Desde sua publicação, Waraná alcançou o primeiro lugar nos rankings de sua categoria na Amazon e recebeu destaque na imprensa literária. Em outubro, a revista Bruma & Linhas dedicou duas páginas à obra, na matéria “O eco sagrado que a história não apagou”, assinada por Marília Costa. A publicação descreve o romance como “uma travessia pela dignidade e pelo direito à existência”.
O lançamento presencial aconteceu no domingo, 1º de novembro de 2026, às 10h, durante a 41ª Feira do Livro do Sesc Amazonas, em Manaus. O evento marcou a apresentação ao público do segundo livro de Joab Hardman, que estreou na literatura em 2025 com Conexus Yepak.
Sobre o autor
Joab Hardman é escritor, advogado e gestor ambiental. Doutorando em Direito Ambiental pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), é mestre em Gestão de Áreas Protegidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). É autor de Conexus Yepak (2025) e Waraná (2026).