Em Manicoré, Defensoria reforça combate ao capacitismo e à discriminação no ambiente escolar

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Campanha “Onde Tem Inclusão, Não Tem Assédio” segue para Apuí no dia 30 de setembro e chega a Manaus em 16 de outubro

A Defensoria Pública do Amazonas (DPAM) participou, na última sexta-feira (25/09), de mais uma ação da campanha “Onde Tem Inclusão, Não Tem Assédio”, realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11). Desta vez, a iniciativa chegou ao município de Manicoré, a 332 quilômetros de Manaus, na Escola Municipal Aristeu da Cunha Virgolino, para debater o combate ao capacitismo, ao assédio e à discriminação no ambiente escolar. A campanha segue para Apuí, no dia 30 de setembro, e chega a Manaus em 16 de outubro.

De acordo com a defensora pública Patricia Leal, a participação da Defensoria Pública em campanhas como a promovida pelo TRT-11 reforça a atuação da instituição, que também promove direitos.

“Levar esse debate para o ambiente escolar contribui para que crianças e adolescentes consigam reconhecer práticas capacitistas, compreender suas consequências e, principalmente, perceber a importância do respeito às diferenças e da inclusão. A escola é um espaço fundamental para a formação cidadã, e aproximar a Defensoria dos alunos e dos profissionais da educação ajuda a construir uma cultura de respeito, inclusão e combate à discriminação”, destacou.

Sobre a campanha

A campanha “Onde Tem Inclusão, Não Tem Assédio” é promovida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11) para levar a discussão sobre capacitismo, inclusão, acessibilidade, assédio e discriminação para mais perto da sociedade.

Além de Codajás e Manicoré, a campanha chega a Apuí, no dia 30 de setembro, e a Manaus, no dia 16 de outubro. O encontro na capital terá como foco a inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Em março deste ano, a campanha foi realizada em Coari, com o tema “Grupos Vulneráveis”. Também participam das ações a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM), o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Ambiental da Universidade do Estado do Amazonas (PPGDA/UEA), o Projeto de Extensão “Guardiões da Amazônia: educação ambiental, cidadania e inclusão nas escolas públicas” e o Ministério Público do Trabalho no Amazonas e em Roraima (MPT-AM/RR).

Texto: Camila Andrade – Foto: Divulgação/DPAM

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