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Após terceira cirurgia na mão, Buddy Valastro deve ser operado mais três vezes e desabafa: – Dedos entorpecidos e rígidos

Buddy Valastro, o Cake Boss, passou recentemente pela terceira cirurgia em sua mão direita após sofrer um terrível acidente em uma máquina de boliche. Agora, em conversa com o Entertainment Tonight, o confeiteiro voltou a falar sobre o seu futuro e o receio de, talvez, não conseguir mais trabalhar.

Primeiro, ele contou como está se sentindo:

– Bem, estou me sentindo bem, sabe, sinto que estou de bom humor tentando olhar para o copo meio cheio versus meio vazio. Estou, sabe, apenas tentando me recuperar e recuperar todas as minhas forças e ver exatamente o que a extensão total de tudo vai acabar sendo, sabe, porque ainda não tem como prever. Mas o lado positivo, ainda tenho minha mão direita. Eu poderia ter perdido os dedos e poderia ter atravessado meu pulso e ficado muito pior. Então, estou levando dia após dia e bolo por bolo.

Em seguida, acrescenta:

– Agora, de forma realista, você sabe, as cicatrizes curaram. É muito, muito rígido. Eu realmente não tenho tanto movimento, tanta força, destreza… Então, é só uma questão de continuar fazendo a reabilitação. Eu diria que provavelmente estou com, tipo, 10 ou 15 por cento da força que costumava ter. Realmente vai ser apenas uma questão de tempo para ver exatamente o que vem com o nervo também. E muitos, tipo, danos nos nervos, então meus dedos estão meio dormentes no meio, sabe? Eles estão sempre entorpecidos e rígidos… e veremos o que acontece.

Buddy ainda revelou que, mesmo após três cirurgias, ele talvez tenha que ser operado mais duas ou três, dependendo dos resultados de sua fisioterapia daqui mais ou menos dois meses. O inchaço em sua mão continua e deve demorar pelo menos um ano para ceder. Com isso, o confeiteiro entende que existe a possibilidade de ele nunca mais poder fazer seus incríveis bolos:

– Sinceramente, não sei o quanto vou ser capaz de fazer. Posso garantir a você e a todos – novamente, se eu tiver que [tentar ser] canhoto, trinta por cento – vou tentar fazer com todo o meu coração. Eu só não sei, você sabe, eu posso ser como um boxeador que tem coração, mas não tem mais as ferramentas e peço a Deus que não seja o caso e só o tempo dirá. É uma realidade do que é. Olha, eu não sou o tipo de cara – embora eu não faça tudo com minhas próprias mãos, eu ainda coloco muito do meu toque nas coisas, certo? – e o fato é, se eu puder, se eu não puder, eu não quero ser o treinador, certo? E apenas dizendo: Pessoal, façam isso, façam isso, façam isso. Eu poderia fazer aquilo. [Mas] quero ser o cara que diz: Dê-me a bola e corra para o touchdown. Não estou pronto para ficar de fora ainda, então não sei como será a transição, concluiu.

Publicado por ESTRELANDO

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